O Brasil tem vivido os últimos 2 anos com retração da economia, aumento do desemprego e uma piora na confiança das empresas e dos consumidores. No mercado de tecnologia da informação, isso não é diferente. Apenas a retração foi um pouco menor e amortecida pela necessidade de gestão centralizada e soluções que contribuíram para a permanência das empresas no mercado.


Um dos fatores que se avalia para o amortecimento do setor está relacionado a inovação e a necessidade de aumento da produtividade das empresas em tempos de crise, que favorece a busca pela inovação e a adoção de novas tecnologias e sistemas.

No cenário atual da economia, as pequenas e médias empresas de softwares, que atuam como fabricante e desenvolvedora ou revendas de grandes empresas, foram muito afetadas. Mas como toda crise impulsiona novas oportunidades e criação de novos modelos de negócios que se adequem ao mercado, essas empresas se ajustaram para se manterem ativas em 2015 e 2016.

As pequenas e médias empresas de software são muito dinâmicas e conseguem ampliar ou reduzir sua capacidade de atendimento aos clientes, se ajustando para enfrentar as variações da demanda. Isso vem de seu DNA empreendedor, já que no Brasil as linhas de créditos são caras, os impostos trabalhistas pesados e complexos de se administrar e o dia a dia resume-se na sobrevivência e adaptação. Nesse momento, o empreendedor das pequenas e médias empresas ajustou a sua equipe para baixo, diminuindo o escopo e pessoal para reduzir os custos e ter menor prejuízo o que impulsionou a criação de novos talentos e profissionais competentes.

O sopro renovador de aquecimento da economia em 2017 gerou novas expectativas e esperança na contratação de serviços. Da mesma maneira que as pequenas e médias empresas se reinventaram e se adequaram com a crise, também criaram novas ofertas e demandas que vão movimentar o mercado com a contratação de serviços especializados e pessoal qualificado.

Por serem mais enxutas e rápidas na tomada de decisões, a geração de novos empregos nas pequenas e médias empresas de software fluirá rapidamente, por não exigir grandes planejamentos orçamentários e de RH, comparados com as grandes empresas.

As revendas de software, em especial os canais dos fabricantes ou distribuidores podem ser o vetor imediato de crescimento do emprego para o setor de software para 2017, trazendo a agilidade e dinâmica gerencial e decisória de bons sobreviventes no mercado brasileiro de software.

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